Adeus luares de Maio
Adeus tranças de Maria
Nunca mais a inocência
Nunca mais a alegria
Nunca mais a grande música
No coração do menino
Agora é o tambor da morte
Rufando nos campos negros
Agora são os pés violentos
Ferindo a terra bendita.
A cantiga, onde ficou cantiga?
No caderno de números
O verso ficou sozinho
Adeus ribeirinhos dourados
Adeus estrelas tangíveis
Adeus tudo que é de Deus
Deram um fuzil ao menino
Autor: Firmino Rocha
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
POETA
Ser poeta é expor o seu eu
Suas angustias e também solidão
Esperanças e também desconfortos
Com amor no coração
Ser poeta é viver o presente
Recordando também o passado
Sonhando sempre contente
Amando sem ser amado
A poesia é um momento mágico
Que refaz os caminhos da vida
São como as rosas perfumadas
Nas primaveras floridas
Ser poeta ou poetisa
É algom bastante forte
Vivemos sonhando com a vida
Sem temer a própria morte.
Ás vezes fico in quieto
Para exprimir meus pensamentos
Querendo contar as estrelas
Vivendo esses momentos.
A vida é como a estação do ano
Formada de frio e de calor
Meu coração fica contagiado
quando eu falo de amor
Sou poeta apaixonado
Disso eu tenho certeza
Amo o céu e amo a terra
Amo toda natureza
Autor: Adeildo Marques
Pres. do Clube do Poeta do Sul da Bahia
Suas angustias e também solidão
Esperanças e também desconfortos
Com amor no coração
Ser poeta é viver o presente
Recordando também o passado
Sonhando sempre contente
Amando sem ser amado
A poesia é um momento mágico
Que refaz os caminhos da vida
São como as rosas perfumadas
Nas primaveras floridas
Ser poeta ou poetisa
É algom bastante forte
Vivemos sonhando com a vida
Sem temer a própria morte.
Ás vezes fico in quieto
Para exprimir meus pensamentos
Querendo contar as estrelas
Vivendo esses momentos.
A vida é como a estação do ano
Formada de frio e de calor
Meu coração fica contagiado
quando eu falo de amor
Sou poeta apaixonado
Disso eu tenho certeza
Amo o céu e amo a terra
Amo toda natureza
Autor: Adeildo Marques
Pres. do Clube do Poeta do Sul da Bahia
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
MINHA LOUCURA
Não me tirem o último item dos meus delírios,
Não transformem a minha poesia em dor!
Não reduzam à cinzas minha carta de cidadania
Nenhum outro mundo me pertence,
Para que continuem acesas as minhas pegadas,
Para que continuem vivas as minhas palavras!
Deixem que eu me deite no leito que me foi dado.
Deixem que a minha loucura
Exacerba a mais alta das loucuras!
Deixem-me ser VIDA!...
LIVRE...
LOUCA...
Deixem-me SER EU!
...Apenas eu!
(Autora: Sonia Amorim)
Não transformem a minha poesia em dor!
Não reduzam à cinzas minha carta de cidadania
Nenhum outro mundo me pertence,
Para que continuem acesas as minhas pegadas,
Para que continuem vivas as minhas palavras!
Deixem que eu me deite no leito que me foi dado.
Deixem que a minha loucura
Exacerba a mais alta das loucuras!
Deixem-me ser VIDA!...
LIVRE...
LOUCA...
Deixem-me SER EU!
...Apenas eu!
(Autora: Sonia Amorim)
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